Relato da viagem à Salvador de FNM

Foi realizada entre os dias 28/01/2011 e 07/02/2011 viagem à cidade de Salvador com os bravos FNMs.  O trajeto escolhido foi subir via BR-116, rota obrigatória na década de 60.

Contou com a participação de 3 FNMs, sendo:

1) FNM Brasinca 1961 – trucado

Este caminhão estava carregado com diversas peças de reposição para o caso de quebra de algum componente. Também serviria de acomodação para o descanço noturno.

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2) FNM Standard 1964 – cavalo mecânico

FNM D-11000 Standard 1964 (b)

3) FNM Standard 1965 – trucado

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Os participantes dessa empreitada: Miklos G. Stammer, Osvaldo T. Strada, Ito bir, José Reinert, Adalberto Teixeira Santos e o jornalista Jason (jornal O Globo).

PREPARATIVOS:

INCENTIVO:

Recebemos diversos e-mails de apoio, e em especial do amigo Waldir Teixeira de Leopoldina, MG, que ofereceu as dependências da Viação Leopoldinense para qualquer eventualidade.

O jornal Leopoldinense publicou em sua edição de 25/01/2010 reportagem sobre nossa passagem pela cidade que deverá ocorrer no dia 29/01/2010.

Também palavras de apoio do Flávio Gomes da ESPN, torcendo pelo sucesso da viagem.

Relato da viagem.

Nossa viagem começou bem antes do dia 28/01/2011, a expectativa era enorme, os preparativos também. Preparamos uma série de equipamentos e peças reservas, uma vez que não existem mais lojas que possuam peças.

Equipamentos e peças:

1 Motor completo Okm.

1 Caixa de cambio completa, revisada.

1 Equipamento hidraúlico para o caso de troca do motor.

Caixa com diversas peças: Cabeçote, Junta de cabeçote, Bicos, Ponta de eixo, Mangueiras, Correias, catraca de freio, Bomba de agua, etc..

Ferramentas diversas.

A saída inicial foi em Curitiba, Paraná, no dia 26/01/2011, a bordo do FNM 64, Miklos G. Stammer, Ito Bir, Zeca Reinert, rumo a Pilar do Sul onde foi transferido todo equipamento para o caminhão 61 Brasinca.

A saída de Curitiba dia 26/01/2011. Parada durante o trajeto para verificação de rotina.

Ida Curitiba a Pilar

O Brasinca também serviria como acomodação para dormir, uma vez que no total éramos 6 pessoas. Nos encontramos com o Jason em Leopoldina (MG).

Preparativos em Pilar do Sul.

Carregando pneu estepe no caminhão plataforma.

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Alinhados para o início da viagem.

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Preparados para a estrada

Primeiro dia:

A primeira parada: Aparecida do Norte. Obrigatória seguindo as tradicionais viagens com passagem pela cidade.

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Ito Bir junto ao Cavalinho 64.

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Em Queluz, um problema na cruzeta do cardãzinho. A fixação não estava adequada. O problema foi solucionado rápidamente.

 

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Dormimos em Queluz, SP. Evidentemente após o ajuste do caminhão, resolvemos pernoitar no posto Tigrão, perto da divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro.

 

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Retomamos a viagem rumo a Leopoldina onde o pessoal do Clube do Carro antigo de Leopoldina estava a nossa espera.

 

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Segundo dia:

 

O encontro em Leopoldina. Diversos veículos maravilhosos nos aguardavam na entrada da cidade, dentre eles, um VOLVO 1950 lindíssimo. O pessoal do Clube do Automóvel Antigo de Leopoldina.

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O volvo 1950 muito bem conservado.

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A troca de óleo programada, o motor do Brasinca e do plataforma eram 0km, e necessitavam de sua primeira troca. Foram rodados 680km.

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Foi gentilmente cedido um ônibus da viação Leopoldinense para nos levar até o restaurante. A gentileza foi de Waldir, proprietário da viação.

 

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Nossos amigos, à direita, Rogério da Viação Leopoldinense. A cortezia foi de Waldir Teixeira, proprietário da Viação Leopoldinense.

 

05 Recepcionados por amigos de Leopoldina

 

A saída de Leopoldina, a recepção foi calorosa, a despedida, um momento especial que deixou saudades.

 

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O nosso muito obrigado à todos da cidade de Leopoldina, de povo educado, simpático e atencioso.

Segundo dia:

Já em Muriaé, nos preparamos para dormir em um posto.

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Durante o trajeto até Tombos, muitas serras e lugares lindos. Passamos por Raposo, cidade repouso e também Natividade.

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Miklos no cavalinho 64. Tocada firme.

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Em Raposo, o caminho rumo à Tombos (MG). Maravilhosas paisagens.

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O encontro com a família Giarola em Tombos. Eles possuem diversos caminhões da marca FNM. o Sr. José Giarola trabalhou inicialmente com D-9500 e posteriormente com os D-11.000. Mantém a vitalidade aos 82 anos. Fomos recepcionados na casa de Giovani Giarola.

 

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A família Giarola em frente ao FNM 65.

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Um FNM com cabine alongada, este caminhão trabalhou duro nas  mãos dos Giarola.

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Um FNM de 4 eixos.

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FNM de Giliardi, na ativa.

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A cidade de Tombos é marcada pela beleza e conservação de seus antigos prédios.

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A cidade de Tombos possui diversas cachoeiras. Um belíssimo lugar.

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Sr. José Giarola, grande Alfeiro. Criou a família ‘no lombo’ dos FNMs.

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Na foto a família Giarola e o pessoal dos FNMs.

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Após deixarmos Tombos passamos por Carangola de paisagens maravilhosas.

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Fim do segundo dia, fomos dormir em Realeza, a beira da Br-116, perto da cidade Manhuaçu.

 

Terceiro dia:

Marcamos nossa primeira janta feita nos caminhões para o local denominado Ponto dos Volantes.

 

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11 Bloqueio na estrada

A primeira janta com arroz carreteiro preparado pelo Ito bir, no ponto dos volantes.

12 Fazendo o arroz a Carreteiro

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Por dentro do Brasinca, o conforto da espaçosa cama, devidamente com as cortinas fechadas para um bom sono.

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Quarto dia:

 

Tocamos em frente rumo a Vitória da Conquista, com a previsão de dormir em Jequié.

14 Na estrada

17 Na estrada

As acomodações da carroceira do Brasinca.

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Jason Vogel no cavalinho 64.

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Dormimos em Jequié.

Quinto dia:

Rumo a Milagres.

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A chegada em Milagres. A curiosidade era enorme.

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Milagres.

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Milagres vista panoramica.

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Ito Bir, o caminhão plataforma e ao fundo a imagem de São Cristovão. Milagres.

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A beleza da estrada era enorme.

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Difícil escolher uma única paisagem.

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A chegada para o almoço.

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O momento mais esperado por Osvaldo T. Strada, o local onde em 1968 junto com o seu pai ocorreu o tombamento do alfa 1962 que ira retornando a São Paulo.

O local é na cidade de Santo Estevão, na curva do rio Cavaco, exatamente a 18km antes de Feira de Santana.

 

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O local exato, aguardado por 42 anos.

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Dormimos em São Sebastião do Possé, sentido Salvador.

Sexto dia:

Finalmente em Salvador.

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O elevador Lacerda.

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Farol da Barra.

21 No farol da Barra

Na orla de Salvador.

22 Na orla (1)

De acôrdo com o combinado, o almoço pago pelo Osvaldo T. Strada. Objetivo final da viagem.

22a Na orla (2)

Dois acompanhantes, José Reinert e Jason voltaram de avião (compromisso).

A volta:

O retorno com apenas 4 integrantes, Zeca e Jason voltaram de avião, tinham compromissos com o trabalho. Transcorreu no mesmo dia da chegada à cidade de Salvador.

Após o almoço com os integrantes e as despedidas voltamos a estrada.

Dentro de Salvador.

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Em Santo Estevão, reaperto da bomba de agua se fez necessária.

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Região de Itatim.

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Na chegada a Jequié, posto Paraná. Parada para o almoço.

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Adalberto (Beto) admira sua cidade natal, Vitória da Conquista BA.

Conta agora com o rodoanel, evitando entrar na cidade.

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Lá vai o Alfão, rompendo a estrada.

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Itaobim, terra da manga.

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A janta em Alpercata. Finalizando a comida que foi levada.

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Miklos, Beto, Osvaldo, aguardando a janta.

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Manhuaçu, terra de alfeiros. A admiração pelos FNMs. Inclusive com matéria na TV Minas.

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Os amigos da família Mello, Moyses, Afonso. Também o amigo Alex Guerra Fagundes, que gentilmente nos levou até Alto Caparaó.

Todos admiram e possuem FNMs.

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